Beatriz ainda quer este nome, continua vivendo o vicenal. (-A brisa parece a mesma de 4 anos atrás.)
As vezes procura a caneta e não acha , então deixa para depois. Como agora! Pensou em guardar num potinho para o outro dia, mas lembrou de uma questão que transformou uma lembrança, em lamento.
Por zelar Ana Clara, Beatriz não entende certas palavras não sonorizadas de Pedro. Tão certo quanto a beleza da lua, o príncipe já virou sapo faz um bocado de tempo.
(-Estranho... Ana deve ser realmente indesejável, intragável, ingolível. O que com alguns cálculos nos traz a certeza do mal caratismo.).
Pedro age como a Mulher Empática, faz desfeita de um simples “OI” com os olhos, daqueles que não requer esforço, você só levanta as sobrancelhas e sussurra: “oi”. Ele coloca no saco preto de lixo o: “Obrigado por ser você”. E varre da pequena cabeça de Beatriz a possibilidade da sinceridade.
(-Pedro você tem o coração encouraçado?).
Bia conhece um homem. Homem de carne e osso. Parece um sonho, mas é de carne, alma e osso. Alguém, por favor, a belisque!!!
(-Você já vai encerrar esse parte?-) diz abrindo a porta e deixando assim a luz entrar no cômodo. (-Você acha que Pedro recebe o recado?) diz queimando todo o texto.
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